Partilha do 3º Encontro Nacional MJD- BR|2o dia

Por Ryan Lopes, Leonardo Akira, Victor Alarcon e Kitinho

Fala aê pessoal.

Com grande alegria e entusiasmo, estamos aqui para partilharmos nosso segundo dia de encontro nacional.

Depois de uma noite proveitosa de sono, na pacata São Roque, acordamos e rezamos juntos as Laudes, em unidade meditamos e refletimos a vida de Santo Atanásio e oferecemos as atividades do dia. No início da manhã tivemos a honra de receber entre nós a presença das Irmãs de Monteils Danize (Palmas), Lídia (Goiânia) e Silvana (São Paulo).

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Após o café, recebemos a visita de 3 membros da fraternidade leiga aqui de São Roque, juntamente com Frei Mariano, estudamos um pouco da vida de Domingos, seu processo de conversão e amadurecimento de sua vocação e projeto de vida.

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Continuando a fase de encontros, tivemos a oportunidade de conversar e ouvir o Promotor do Mestre da Ordem para o Laicato, Frei Rui Carlos Lopes, nos falou sobre os anseios e desejos que a Ordem esperam dos leigos. Os campos de pregação e da maneira profunda a partir de nossas experiências e vivencias de Deus em nossas vidas cotidianas.

Inspirados pela conversa com Frei Rui, e iluminados por trechos da Evangelii Gaudium, pelo curta metragem Circo da Borboleta e pelo estudo da carta do Mestre da Ordem dos Pregadores, O laicato dominicano e a pregação, discutimos um pouco mais do papel do leigo dominicano no seu ambiente de vida secular.

Lido o texto e divido em três grupos, foi feito uma reflexão sobre o que o Mestre da Ordem escreveu.

Destaca-se no primeiro tópico, o que nós dominicanos temos como objetivo na ordem. Que é pregar o evangelho. E que a ordem transmite um ar de família, onde nós nos apoiamos uns aos outros.

O segundo grupo, explicou qual é a noção de família dominicana. E essa noção se dá, a partir do momento que o outro sente dificuldade. Por sua vez, cada um se apoia no outro, para evoluir e deixar mais rica a pregação. Também foi discutido o papel do laicato na ordem. Chegando à conclusão de que os leigo são a frente da ação concreta na pregação (bíblia na mão e jornal na outra). Sendo que para se pregar, antes você tem que entender o que é pregação. O grupo destacou que para pregação é necessário o equilíbrio entre os pilares da ordem e a experiência de vida.

No terceiro tópico, Bruno destaca que o falar com Deus, é algo importante para a vida de pregação. Apoiando sempre no tripé da Ordem (oração, estudo e fraternidade). E o leigo é importante para a mediação da igreja com o mundo, buscando sempre os locais que mais se precisa da pregação.

Esses encontros que tivemos pela manhã enraizaram e aprofundaram as noções e moções de família dominicana e a pregação que nós leigos jovens dominicanos temos. E veio o almoço.

O que era e o que é o grupo…

Depois do almoço tivemos um momento em que observamos o caminhar do MJD-BR desde seu início, nos diversos lugares que ele foi implantado.

Algumas pessoas procuravam algo a mais na igreja, e a igreja não disponibilizava nada para preencher esse vazio. Até que um convite foi feito para conhecer melhor São Domingos e os Dominicanos.

O Mosteiro das monjas dominicanas foi o local em que as pessoas tocadas pelo carisma dominicano, resolveram fundar o Movimento Juvenil Dominicano no Brasil. E em 2009, em São Paulo, foi fundado o MJD-BR.

As lembranças são importantes para o crescimento espiritual de cada pessoa. Ao olhar para trás e ver toda a luta para construir algo que funcionasse, nos torna mais fortes para continuar e melhorar cada vez mais.

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Chegou a hora, pois, de um momento muito importante: a hora do café. E para complementar essa hora especial, tivemos uma videoconferência com o responsável de finanças do MJD internacional, Daniel Toledo. Nesse bate papo ele ressaltou a importância das estruturas, e que nós temos que respeitá-las, pois não adianta fazer algo que não consigamos concluir. E para que possamos levar as estruturas a sério, nós temos que nos levar a sério, para assim criar um identidade forte e duradoura.

Falou também como está a situação do MJD em Guatemala e nos outros países, e deu pra perceber que as diferenças entre nossos grupos são pequenas.

Depois, junto com as monjas, rezamos as orações das horas.

A noite foi bem tranquila, em que refletimos como cada grupo no Brasil se encontra, partindo da oração de recapitulação do dia. E nos levou a refletir quais desafios e o que nós precisamos nos despojar, para alcançar nosso objetivo.

Por fim, partilhamos um poema:

Esperar não é ganhar
Mexer e se comprometer
Crescer e partilhar
Somos capazes,
Não simples capatazes

O mundo grita
Esmolando a faca da discórdia
Onde a fé nem viva
Se transforma em escória

Mas Domingos insolente
Grita baixo em suas orações
Com um ato demente
Cria suas novas pregações

Criado, esplendido, me enche os olhos de luz
Sentindo diversas dores
Como o mundo introduz
São Domingos de Gusmão, pregadores, pregadores.

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