#TrabalhoEscravoExiste no DNJ em São Paulo

por Paula Daniela Alves e Victor Alarcon

A Jornada Mundial da Juventude ocorrida no ano passado no Rio de Janeiro continua gerando frutos. Como visto em ações recentes provenientes do “Plano Nacional de Revitalização da Pastoral Juvenil”, elaborado pela CNBB, que tem por objetivo dinamizar a evangelização da juventude no Brasil. Na Arquidiocese de São Paulo as reuniões entre grupos de jovens dos vários setores têm ocorrido frequentemente, além da realização de cursos de formação como o ocorrido no mês de setembro, CDC – Curso de Dinâmicas Cristãs.

O último evento foi no domingo passado, 16 de novembro, quando ocorreu o DNJ – Dia Nacional da Juventude, onde a juventude da cidade reuniu-se em grande quantidade e diversidade. E o Movimento Juvenil Dominicano estava lá participando como “oficineiro” ,com o tema #TrabalhoEscravoExiste, o que foi um grande prazer, conforme testemunho do nosso Promotor de Formação Nacional, Victor Alarcon.

Dom Odilo foi conferir a oficina

Dom Odilo foi conferir a oficina

“Logo que fiquei sabendo que existiria esse espaço quis que o MJD tivesse uma oficina para mostrar nossa cara para a juventude da Arquidiocese de São Paulo. O tema trabalho escravo foi escolhido não só porque foi o tema da CF desse ano, mas também porque reflete um dos eixos da vida do MJD – a luta por justiça no mundo. O nome da oficina vem da ação que fizemos no Facebook e resume nosso maior objetivo com essa oficina, divulgar que #TrabalhoEscravoExiste.”

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A oficina teve duas apresentações com público bem diferenciado. A primeira sessão foi mais uma palestra onde os presentes ouviram, responderam nosso questionamento, mas aparentemente não possuíam mais conhecimento sobre o tema, talvez até mesmo pela idade jovem. Enquanto que na segunda apresentação contamos com a presença de jovens mais velhos, mais habituados a discussões políticas e que agregaram nossa discussão.

Mas as duas sessões levaram o nosso pequeno público a refletir não somente sobre o que é trabalho escravo, mas também como nos informar onde está ocorrendo, saber que tipo de ações pode ter e quais instituições se organizam para combatê-lo.

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As edições do DNJ são em geral caracterizadas por muita música e dança e pouco espaço para outras atividades que os jovens também apreciam como discutir assuntos relacionados à política. Portanto, essa última edição apresentou um avanço para abertura de novos momentos de discussão política – social em nosso âmbito. E dessa forma os jovens que participaram dessa oficina esperam que todos estejam mais próximos da liberdade para qual Cristo nos libertou.

 

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