Juventude Dominicana no mundo: ser o todo em tudo

Cada ser Humano é um presente Divino tratado e concebido com qualidades e defeitos que o levam, de forma singular, a ter sua própria forma de ser e agir. A esses aspectos, no meio laico, damos o nome de Carisma.

No Cristianismo, o termo Carisma, é usado para indicar um dos diversos dons espirituais ou graças especiais concedidos pelo Espírito Santo àqueles desejosos de servir a Deus. Ou seja: “são dons especiais do Espírito, concedidos a alguém para o bem dos homens, para as necessidades do mundo e, em particular, para a edificação da Igreja” (Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, n. 160). Estes geram diversas formas de atuação como instrumentos do próprio Deus (Espírito Santo) na Igreja para seus fiéis e para o mundo.

O Carisma, como Dom do Espírito Santo, leva o Homem a agir para além daquilo que é particular, alçando o Bem Comum para a finalidade de suas ações. Mas que tipo de agir é esse? É um agir enraizado na vida e na mensagem de Jesus Cristo, é viver de forma autêntica e consagrada para edificação do Reino de Deus.

Sabemos que somos limitados e o quão difícil, e por que não dizer utópico, é servir integrando as intenções profundas à ação cotidiana. Por isso que devemos constantemente, nos embates do dia a dia, educar as nossas vontades. O desejo de estar a serviço da construção do Reino de Deus já nos possibilita receber do Espírito esses Dons especiais – carismas.

O importante é perceber que não devemos buscar em nossas ações a Santidade Particular mas, acima de tudo, a construção do Reino de amor que é a pedra angular do Bem Comum. Para isso devemos lançar um novo olhar sobre as mesmas coisas. Um olhar iluminado pela fé que instruída pelos Dons do Espírito, saiba discernir “sobre as novas necessidades e as aspirações da existência cristã num mundo em mutação” (Chenu – O carisma de S. Domingos).

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O carisma de São Domingos

A história da Igreja é constituída por duas tramas, cuja interferência continua, no inundo, o mistério da humanização de Deus no Cristo. Uma dessas tramas é composta pela ação e o desenvolvimento de instituições visíveis que dão a Igreja a figura de toda sociedade, com suas assembleias, suas hierarquias, seus poderes, seu povo. A outra é toda interior, e não pode ser percebida e analisada senão em seus efeitos: é a presença e o trabalho do Espírito Santo nas almas que progridem assim na santidade; é a obra daquilo que a teologia e a catequese chamam de graça santificante. Nesta perspectiva, a história da Igreja é então a história da santidade, tanto no modesto ritmo da vida cotidiana, quanto na irradiação de seus mestres eminentes.

Os historiadores parecem não ter discernido suficientemente os dois elementos que compõem esta segunda trama, cuja estrutura, dinamismo e finalidade são muito diferentes. Enquanto a graça santificante, acima mencionada visa a estabelecer cada um dos crentes na comunhão com Deus no Cristo, já que é constituída por uma relação pessoal toda íntima, um outro regime da graça dota o cristão dos recursos necessários para o cumprimento de uma função na Igreja: o Espirito lhe é dado para construir a Comunidade, cujos múltiplos órgãos e cujas evoluções coletivas realizam a participação na vida divina do Povo de Deus como tal. Trata-se de graças “sociais”. A teologia e a catequese chamam-nas de “carismas”, isto é, são graças duplamente gratuitas, pois não são apenas dons do amor de Deus, como também dons para os outros e não para as pessoas que as recebem.

Não é por um artificio especulativo que analisamos deste modo essa “biologia” divina do Corpo de Cristo, pois na sua primeira carta aos cristãos de Corinto (cap. 12) São Paulo já definiu explicitamente a sua estrutura, como co-essencial à economia cristã. É lamentável que, durante vários séculos, o ensino habitual da Igreja tenha atrofiado o papel dessas graças sociais que foram consideradas como extraordinárias, na sua concorrência com os imperativos legalistas dos organismos autoritários da Igreja, únicos que seriam qualificados para a gestão coletiva do Espirito Santo. Mas o Vaticano II revalorizou esses dons como essenciais á constituição da Igreja (Lumen Gentium cap. 12,2).

Disto resulta que, para se ter uma inteligência profunda do desenvolvimento da Igreja e de seus dinamismos ao longo da história, é urgente não limitar-se a considerações das santidades pessoais, pois mais radicais que elas sejam, mas destacar em sua luz plena e em suas características específicas as potências funcionais que construíram o seu edifício. Pol isso é que devemos analisar os carismas de São Bento, São Bernardo, São Francisco, São Domingos, Santo Inácio e de tantos outros.

Dois traços caracterizam essas graças arquitetônicas. Primeiramente, os carismas não se exercem aplicações de um corpo de leis preestabelecidas, quais nos submetemos por obediência. Os carismas comportam uma iniciativa, uma inspiração, uma descoberta, uma novidade que o legislador não havia previsto. Eles não emanam assim da autoridade, mas de um instinto – o instinto do Espírito Santo – que discerne as novas necessidades e as aspirações da existência cristã num mundo em mutação. Em conseqüência e esta é a sua característica mais importante – os carismas são provocados e produzidos por e em uma conjuntura que os condiciona e justifica, na sua gênese e estrutura, conferindo-lhes deste modo uma originalidade imprevista, no curso da gestão comum. Donde um caráter de inovação pelo qual entram em convivência com as inovações do mundo. Pode-se prever então o relevo que tomam os carismas aos olhos do historiador habituado a continuidade dos dias. Na verdade, a Igreja será sempre o “Povo de Deus” em marcha na historia do mundo, recapitulando e ultrapassando as santidades individuais.

Se aceitamos esta teologia, nosso primeiro passo será de situar São Domingos na história, não por uma curiosidade erudita, mas porque os acontecimentos dessa história condicionaram radicalmente tanto sua vida pessoal, quanto sua obra. Considerá-lo fora do tempo, sob pretexto de exaltar sua santidade, seria dissolver a originalidade de sua inspiração, de sua iniciativa e da Ordem que fundou.

São Domingos

Por volta de 1200, e já durante o século XII produziu-se na sociedade da Europa ocidental, uma evolução das estruturas econômicas, das relações sociais, das mentalidades e dos comportamentos, assim como das aspirações dos homens. Já havia quatro séculos que os homens viviam sob o regime feudal, nascido da necessidade urgente de fazer subsistir uma sociedade que a ruína do Império romano havia deixado desamparada, não só pelo desmoronamento das instituições políticas como também pela instabilidade cotidiana das relações econômicas e sociais. Os homens se confinam então em suas terras, para tirar delas uma subsistência que a menor intempérie ameaça e que a menor discórdia arruína. É para refazer um tecido social elementar que se criam, pouco a pouco, relações articuladas sobre a dependência consentida dos fracos relativamente aos fortes: um homem “se fia” a um outro mais poderoso, o “senhor” que lhe promete ajuda e proteção. Em troca disso, o fiel, o vassalo, recebe um bem de raiz, um “benefício” munido dos instrumentos necessários para valorizá-lo. O vassalo torna-se então “o homem de um homem”. Esta “homenagem” é fortalecida e solenizada por um juramento, garantia da ordem social e lugar de comunhão. Por este sacramento, a Igreja era evidentemente parte interessada, melhor, referência constitutiva.

Através deste contrato feudal, multiplicado numa quantidade disparatada de senhores em todos os níveis, organiza-se uma sociedade hierárquica em que cada um encontra sua perfeição, mantendo-se em seu lugar, sem pretender transpor os limites de seu compromisso. Como sustentáculo desta estabilidade, desenvolve-se então uma mística da ordem, na qual a dependência torna-se a garantia da dignidade pessoal. A fidelidade é assim a virtude suprema, tanto no plano da ética individual, quanto no do comportamento social. A autoridade não é isenta de dominação, mas se exerce segundo o modelo da célula familiar, num paternalismo que torna cordial a soberania e dá à servidão uma flexibilidade desconhecida pela escravidão antiga. Se o senhor resolve pela guerra os conflitos suscitados pela rivalidade entre seus congêneres, pelo menos enobrece a profissão das armas, colocando-a a serviço dos fracos. O guerreiro se torna “cavaleiro”, numa magnanimidade religiosa, a ponto de se fundarem “ordens” de cavalaria, sacralizadas pela Igreja.

A representação que se faz de Deus é a transposição deste ideal e de seus recursos, pois considera-se esta ordem do mundo como a realização da vontade de Deus na sua providencia criadora. Essa referência quase física alimenta a virtude de “religião”, a partir do momento em que o homem toma consciência disso e aí encontra apoio e segurança. Alguns atribuem tal consistência a esta religião que nela comprometem toda a sua vida, num estado permanente: renunciando à indução e às ocupações do mundo, levam sobre a terra a vida dos anjos, no louvor cotidiano de Deus. Os Mosteiros constituem a arquitetura mística – e institucional – da Igreja, enquanto os seus abades se apropriam do poder feudal, e a profissão religiosa do monge é a replica do juramento.

Esta cristandade austera e suntuosa deverá, entretanto, enfrentar uma sociedade nova que não lhe fornece mais uma base econômica e cultural. Com efeito, graças a um progresso técnico considerável para esse tempo, particularmente no cultivo da terra, os homens produzem mais do que suas necessidades locais e põem em circulação os excedentes, numa economia de mercado que os faz sair de sua vizinhança imóvel. Seu domínio sobre as forças elementares da natureza, ao mesmo tempo que provoca uma justa estima pelo trabalho como participação na obra criadora, suscita neles o gosto pela iniciativa, pela invenção. Eles suportam a tutela de seu senhor e as exigências do dízimo. Solidários nestas autonomias, depreciam seu juramento que se tornou inútil, e decidem conquistar a sua liberdade, insurgindo-se, se for preciso, contra os seus senhores, sobretudo nas cidades cujo progresso favorece sua coalizão. Organizam-se deste modo corporações, em suas relações de produção; comunas, para sua ação politica; universidades, como centros culturais que escapam ao monopólio das escolas monásticas.

Nesta emancipação, eles desenvolvem uma consciência critica em relação à ordem estabelecida , especialmente contra as instituições eclesiásticas comprometidas com o feudalismo, contra as quais apelam para o Evangelho e para a liberdade do Espírito. Assumindo os propósitos da Reforma gregoriana, eles a continuam, deslocando porém o seu centro de gravidade para o engajamento dos leigos. São na verdade homens novos, como eles mesmos se compreendem e se proclamam, em todos os domínios: tanto nas letras quanto nas artes, tanto na cidadania quanto nas iniciativas dos grupos evangélicos. Como era de se prever, a antiga Igreja olha com desconfiança esses “inovadores” às vezes suspeitos de heresias.

Esta efervescência se manifesta, de modo particular, além das inspirações pessoais, na Itália do Norte, onde companheiros de profissão fundam fraternidades com o nome significativo de Humilhados; e na França, em Lião, onde um artesão da nova geração, Pedro Valdo, por volta de 1175, apesar da oposição de seu bispo, se lança numa pregação popular do Evangelho, pondo em cheque, deste modo, o clericalismo dos ministérios e os caminhos da pregação da fé.

É neste contexto, profano e religioso, que se deve situar duas iniciativas, ao mesmo tempo diferentes e homogêneas, que teriam um grande destino. Pouco depois de 1200, Francisco, filho de um tecelão de Assis, e, no sul da França, um espanhol, Domingos de Gusmão, serão as testemunhas do despertar do Evangelho.

O primeiro suscita a eclosão de fraternidades leigas, que logo povoam a Toscana e a Itália do Norte, consagrando-se a pobreza e ao testemunho fraterno: “homo novus”, dirá seu biógrafo, Tomás de Celano. Domingos, por seu lado, subprior do Cabido de Osma, na Espanha, voltando com seu bispo de uma missão diplomática na Dinamarca, passa pelo Languedoc, região da França meridional, onde ambos ficam abalados com a desordem social e religiosa que ali reinava.

Os discípulos de Valdo, cujo evangelismo recrutava numerosos adeptos, divulgavam uma crítica, legítima e intempestiva, da Igreja, de seu aparelho eclesiástico, de seus sacramentos e de seu poder. Com os Valdenses, cruzava de modo estranho o proselitismo de uma seita, de origem maniqueísta, os Cátaros, que definiam a perfeição pelo desprezo da matéria e pela condenação da vida sexual. Diante da conturbação geral dos espíritos e dos comportamentos, ampliada pelas rivalidades feudais, o papa Inocêncio III tinha pedido ao abade de Cister, todo poderoso senhor espiritual e temporal, que fosse combater, in loco, todas essas desordens. É aqui que intervêm Domingos e seu bispo.

Na primavera de 1206, o abade de Cister e seus companheiros confabulavam em Montpellier, a respeito da decisão a tomar depois do fracasso completo de sua missão. Tinham convidado Domingos e seu bispo para tomar parte na deliberação. Foi uma reunião sensacional. Aos prelados cistercienses, desanimados e prestes a tudo abandonar, declararam os espanhóis: “Não fiquem surpresos com o seu fracasso. Os senhores enfrentam aqui homens que abraçaram a pobreza evangélica, imitam a vida dos Apóstolos e praticam no meio do povo a mensagem fraterna que pregam. Não fiquem, portanto, espantados com o crédito que eles tem. Os senhores, ao contrário, vieram com grande equipagem, viajam com numeroso séquito, reivindicando seu poder e fazendo valer seu prestigio. Renunciem a tudo isso, dispensem sua escolta, mandem embora suas bagagens e partam a pé pelas estradas, sem provisões e sem dinheiro, ao encontro dos dissidentes com os quais devem dialogar”.

Os monges ficaram primeiramente desconcertados, pois a mendicância lhes era inconveniente, e esta maneira de agir parecia dar razão aos hereges, para os quais a verdade pastoral dependia da prática da pobreza. Novidade inaudita na legislação hierárquica da Igreja. Entretanto, embora surpresos, os monges reconsideraram suas posições, e tomando na palavra os seus conselheiros, lhes propuseram assumir a chefia das operaçoes, e eles de bom grado seguiriam seu exemplo. E assim foi feito. Começava a “pregação”. Nascia também neste encontro memorável a idéia da Ordem dos Pregadores, como o reconhecerão, vinte anos depois, os primeiros frades.

A reviravolta estratégica punha em ação o discernimento das condições necessárias para que o Evangelho fosse ouvido, nas conjunturas em que o reformismo moral e autoritário praticado pelos cistercienses não podia satisfazer. Também não bastava formar, dentro do clero, funcionários regulares, nem reprimir as faltas morais dos fiéis. A palavra de ordem era outra: anunciar a Boa Nova aos pobres.

Alguns meses depois, o papa, evidentemente cúmplice, ratificava a iniciativa e as decisões: “Nós mandamos e prescrevemos a tua discrição, escrevia ele seu legado, escolher homens de virtude provada, aptos a um ministério que imite a pobreza do Cristo e que, numa atitude humilde, mas com o ardor do Espírito, não tenham medo de ir ao encontro dos pobres. Ordena-lhes que dialoguem com os hereges, a fim de libertá-los do erro, pelo duplo testemunho do exemplo e da palavra”. Aqui se acha expresso o carisma de Domingos.

Durante dez anos, Domingos percorreu o país em todas as direções, até o momento em que, com seus companheiros, se fixa em Tolosa, capital da região, onde o bispo o acolheu, com uma confiança total, “para pregar a verdade do Evangelho”. Participando com ele no Concílio de Latrão (1215), Domingos submeteu ao papa sua experiência, com a intenção de estendê-la, além de seu engajamento local, a toda a Igreja.

Inocêncio III acolheu muito favoravelmente o seu projeto e convidou Domingos a adotar uma regra de vida, de acordo com a decisão do Concilio que estava preocupado em ordenar a multiplicação anárquica dos grupos evangélicos. A operação foi realizada com rapidez, pois as intuições fundamentais já haviam amadurecido longamente. Sob o patrocínio da regra, bastante informal, de Santo Agostinho, foram elaboradas instituições, não segundo o modelo do feudalismo monástico, mas em simbiose com as “comunidades” da nova sociedade, excelentemente disponíveis à fraternidade do Evangelho e à liberdade do Espírito, graças às quais a autoridade se tornava o serviço do bem comum. Doravante, nada de abade, mas um simples prior, submetido à eleição e ao rodízio dos cargos. A itinerância apostólica confirma, contra a estabilidade dos monges, uma mobilidade provocada pela circulação das pessoas nas corporações e nos burgos. Ao contrário dos antigos mosteiros, os conventos se estabelecem nas cidades e, imersos na vida do povo, serão os protagonistas da emancipação dos servos. Assim se encarna seu evangelismo.

Por mais diferente que seja das fraternidades de Francisco de Assis, a fundação de Domingos de Gusmão tinha com elas um grande parentesco de espírito e de organização, como testemunha a legenda do encontro dos dois arautos do Evangelho e como o mostra o crédito comum de ambos e seu recrutamento inaudito junto à nova geração. “Estas duas ordens, diz um cronista, nos Anais da Normandia, foram acolhidas com um grande júbilo pela Igreja e pelo povo, por causa da novidade de seu estado de vida, no qual pregavam o nome de Cristo. Inúmeros jovens de muito valor e de grande cultura afluíram para eles, atraídos por esta insólita novidade, a tal ponto que, em pouco tempo, eles povoaram o mundo”. Creatividade do carisma, que, pelo despertar do Evangelho, constrói a Igreja à medida do mundo.

Deste encontro com o mundo, os contemporâneos tiveram plena consciência, não sem surpresa. O maior historiador do tempo, Mateus de Paris (+1256), assim descreve os Pregadores e os Menores: “Sua cela é o mundo e o oceano é o seu claustro”. Admirável fórmula, aceita por todos. Ela vale para sempre, pois traduz um carisma desde então instituído na história.

Fr. M.D. Chenu, op
Texto extraído do livro “Os Dominicanos”. Província Dominicana do Brasil. São Paulo, 1981.

Novo blog do #MJDBR

É com grande alegria que anunciamos o lançamento oficial do novo blog do Movimento Juvenil Dominicano do Brasil, agora com novo endereço: http://www.juventudedominicana.wordpress.com.

Além de todo o conteúdo do antigo canal ter sido migrado para esta nova plataforma, temos também algumas boas novidades para contar para vocês.

Abas do blog:

O novo blog do MJD Brasil está com o conteúdo mais organizado. Através das abas – ou páginas – “Início”, “Calendário”, “Família” e “Quem somos”, na parte superior do blog, você encontrará ambientes com assuntos específicos.

A aba “Início” reúne todos os posts do MJD Brasil de maneira cronológica, formando assim uma linha do tempo da nossa história aqui no blog. Na aba “Calendário” você encontrará a programação anual de atividades do movimento, dividida por meses e divulgada com bastante antecedência para que você possa se organizar e participar conosco. Já na aba “Família”, estarão disponíveis os endereços e canais de outros ramos da Família Dominicana no Brasil e no Mundo (essa aba ainda está em construção). E finalmente, na aba “Quem somos”, você pode acessar um breve texto que conta um pouco sobre a nossa história e sobre os valores cultivados, mostrando como a fé cristã e a luta pela justiça pautam as nossas atividades e trabalhos.

Categorias:

Para facilitar a busca por conteúdos específicos no blog, os assuntos foram agrupados em cinco categorias:

. Ações comunitárias
Aqui vocês encontrarão os registros de nossas atividades comunitárias, como os mutirões, intervenções, voluntariados, oficinas e muitas outras.

. Estudo
Publicações relacionadas às nossas atividades de formação.

. Notícias e novidades
O radar da equipe de comunicação do MJDBR estará ligado para trazer notícias e novidades relevantes para a nossa prática cristã diária. Dicas e sugestões de pauta são bem vindas!

. Oração
Aqui você encontrará publicações relacionadas às atividades de contemplação e oração, bem como textos de apoio para a prática da vida de oração.

. Viagens #MJDBR
E aqui você encontrará os registros das viagens do MJDBR pelo Brasil e pelo mundo.

*na Aba “Início” você encontrará todas as publicações do blog por ordem de publicação. Para acessar as Categorias é preciso clicar nelas!

Banner de cabeçalho:

Nesta nova plataforma contamos também com um espaço para divulgação de atividades e campanhas do #MJDBR. Como podem ver, estreamos com a divulgação do II Encontro Nacional #MJDBR, a ser realizado em Santa Cruz do Rio Pardo – SP, nos dias 28, 29 e 30 de abril. Participe!

Mais do que um canal de comunicação do MJD Brasil com o mundo, e do mundo com o MJD Brasil, este novo espaço também deve servir como ferramenta de utilidade pública, onde pessoas de todos os cantos poderão se aprofundar em assuntos diversos, conhecer novas perspectivas e, quem sabe, descobrir uma nova maneira de viver.

E com a missão de ser fogo que acende outros fogos, encerramos aqui este texto de lançamento.

Criticas, sugestões e comentários são mais que bem vindos! Afinal de contas, esse blog também é seu.

Jovens Dominicanos,
O nosso claustro é o mundo!

Oficialização de mais um grupo MJD, em Curitiba – PR

No dia 25 de março de 2012, na cidade de Curitiba – PR, foi oficializada a fundação de mais um grupo de jovens pertencente ao Movimento Juvenil Dominicano do Brasil.

Há pouco mais de um ano, alguns jovens que colaboram em atividades pastorais na Paróquia Santo Antônio em Curitiba, conheceram e se aprofundaram nos pilares do carisma dominicano por meio do contato com o MJD do Brasil. Conforme a tradição do Movimento, aqueles que passam por mais de um ano de formação são convidados a adentrar oficialmente ao grupo realizando um voto de compromisso.

A celebração dos votos de compromisso aconteceu no domingo (26/03) na Paróquia Santo Antônio com a presença do presidente do Movimento no Brasil, Leonardo De Laquila, e foi dirigida pelo Padre Claudemir Rodrigues, OP, que é também o assessor nacional do MJD do Brasil. Para partilhar do grande dia em Curitiba, jovens do MJD de São Paulo e Sta. Cruz do Rio Pardo viajaram para a cidade e permaneceram durante o fim de semana.

Os jovens curitibanos Diego Guterres de Oliveira, Leonardo Akira e Rafael Pinaffi realizaram os votos e agora fazem parte oficialmente da Família e da Juventude Dominicana; a Irmã Neusa, Dominicana de Monteils, e Elsa, professora do Col. Nsa. do Rosário, também assumiram o compromisso como assessoras oficiais do Movimento, com o importante papel de dar suporte aos jovens e ser a ponte dos grupos atuantes com a Ordem dos Pregadores.

Algumas sementes também foram plantadas e mais de 15 jovens da Paróquia Santo Antônio e 9 da cidade de Santa Cruz do Rio Pardo escolheram conhecer mais a fundo o carisma de São Domingos e toparam o desafio de serem postulantes do MJD do Brasil por um ano. Além deles, jovens do Colégio Nossa Senhora do Rosário de Curitiba também se tornaram postulantes.

Em nome do Movimento Juvenil Dominicano do Brasil agradecemos de coração a fraterna acolhida dos Frades e das Irmãs Dominicanas de Curitiba, bem como todas as famílias e amigos envolvidos com a programação do final de semana!

Não deixem de comentar e compartilhar esta grande notícia nas mídias sociais!

Um fraterno abraço,
MJD BR – Movimento Juvenil Dominicano do Brasil